quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

The Sex and the Drinks

Eu gosto de fazer uma espécie de classificação das pessoas de acordo com o que elas consomem. Independente do quê. Sem preconceito, só por brincadeira. E é fácil classificar as pessoas pelo que elas bebem.
Tem as meninas que bebem vodka com energético, o pessoal do conhaque Presidente com coca-cola, a galera do tubão...
Eu classifico minhas amigas pelo tipo de homem/bebida que elas busca:
A Miranda é do tipo que busca um homem que beba Cosmopolitan.
A Charlote é mais do tipo dos homens que bebam tequila.
Eu mesma procuraria um cara mais voltado pra cerveja.
A Samantha... bom, a Samantha procura um homem que pague todas essas bebidas pra ela mesma.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

O freak show sentimental da Miranda.

Segunda feira Miranda vaio aqui em casa. Veio me entregar um documento que eu havia esquecido no carro dela. Eu sempre esqueço alguma coisa no carro da Miranda. Eu sempre estou bêbada quando saio do carro da Miranda. Talvez por isso.
Conversamos sentadas na minha cama, o que me lembrou quando Miranda, Samantha e eu nos reuníamos aqui e conversávamos horas sobre o futuro da arte contemporânea. Adorava aquelas tardes. Adoro aquelas duas!
Dessa vez conversamos sobre homens e comida. Mais homens que comida.
Eu só tive um namorado. Ele era normal.
Miranda teve vários: O que tinha polidactilia nas mãos, o que fez lipoaspiração, o que tinha o pênis em formato de "L" e o que virou drag queen.
Não vejo a hora de conhecer o próximo namorado da Miranda!

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Eu, o Almodovar e o amor.

"Ata-me é um filme mais dramático que Mulheres a beira, e é isso que o torna, a priori, mais pessoal. É verdade que me identifico totalmente com tudo o que é contado sobre Ricki. Compreendo muito bem seu principal problema: a dificuldade que o amante tem de provar ao outro que o ama; sua insegurança face ao outro, que ele nunca sabe se compreendeu bem seus sentimentos; uma incerteza que está sempre presente no amor. Preciso que me digam todos os dias que me amam, e todos os dias isso é algo novo, jamais é conquistado de maneira definitiva. De um dia para o outro, o amor pode acabar. É como um milagre, e todos os dias preciso comprovar que ele continua a existir."
Pedro Almodovar no livro Conversas com Almodovar.
Faz tempo que tava procurando esse trecho do livro. Foi um trecho que ficou super marcado pra mim quando lí. Estranho, mas também pra mim o amor é sempre algo novo que realmente nunca é conquistado de maneira definitiva. Como se eu assimilasse as coisas por ouvido, pelos olhos, e todo dia isso precisasse ser re-assimilado pra ser registrado. É difícil ser assim. Cansa. Cansa o amante e o amado. Cansa a espera, cansa a cobrança.
Pelo menos posso dizer que sou igualzinha ao Almodovar... Pena que não no talento.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

RÁ! Te peguei!!!

Ontem, pensei bem e descobri: minha vida é uma grande pegadinha! Só pode ser!
Agora estou ansiosa esperando a hora que vou dar de cara com o Ivo Holanda...

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

(Provavelmente)

Último post do ano (provavelmente). Eu aqui, passando mal por conta de alguma coisa que comi (provavelmente), comecei a pensar no balanço desse ano de 2009.

Foi o ano da minha formatura, que foram (provavelmente) os dias mais felizes do ano. Tirando algumas gripes e a recente alergia à cupim, minha saúde está ótima! Adorei ter feito a pós em História da Arte; aprendi um monte e valeu muito a pena. Fiz uma viagem de mini-férias que foi muito especial pra mim. Perdi muitas calorias, que recuperei com cerveja e Bacardi Big Apple, dançando todas as semanas no James. E uma tal de Maria Filó me deu muita força pra um futuro não muito distante...

Enfim, muitas coisas boas me aconteceram esse ano. Mas muita coisa difícil aconteceu também. Sofri demais com o fim do meu namoro e devo ter passado (provavelmente) uns dois meses do ano chorando por conta disso. Meu pai ter ido pra Ponta Grossa, que é aquele tipo de coisa que apesar de bom, é ruim. E o assassinato do Osíres que foi horrível e triste demais.
Colocando numa balança, apesar de eu achar que as coisas difíceis são mais intensas do que as coisas boas, não posso dizer que foi um ano ruim, não. Mas é incrível como a música do filme Os Homens Preferem as Loiras, um dos meus musicais preferidos (provavelmente), tem razão: "When love goes wrong, nothing goes right..."
É que hoje eu to me sentindo meio assim, (provavelmente) por estar "naqueles dias"... mendigando algum tipo de afeto que não existe mais, correndo atrás de algo que eu to percebendo que não vou alcançar. Parece que se sente um vazio por dentro. Literalmente fica um vazio por dentro que pelo jeito não vai ser preenchido do jeito, e por quem eu gostaria que fosse.
É... A Marilyn Monroe é uma loira peituda, mas dessa vez ela tem razão.
Mas isso passa... E 2010 tem tudo pra ser um ano muito bom pra mim...
(Provavelmente...)

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Ausência

"Ele mantém a cabeça ocupada como se assim evitasse a doença do amor. Para não pensar no que já lhe tomou todo o corpo. E assim se divide em dois. Dois ou mais. Nunca está inteiro. Nunca está. Como se já se tivesse ido também. Mas há uma dor em suportar sua própria ausência. O que lhe parecia remédio agora dói. E não cura."

domingo, 20 de dezembro de 2009

Apresentando: Miranda

Encontrei com a minha amiga Miranda. Adoro ela porque consegue ser chique, engraçada e irônica ao mesmo tempo. A Miranda é daquelas pessoas que você sabe que vão se dar bem na vida porque tudo o que fazem, fazem com perfeição.
Miranda é uma enciclopédia ambulante! Sempre conta algo interessantíssimo, como os bosons de higgs ou o porque do nome Saint-Tropez pras calças de cintura alta.
Enfim... Não sei o que seria da minha vida sem a Miranda.
Apresentações feitas...
Encontro com ela e a primeira coisa que reparo é o olho roxo. Não poderia acreditar que ela havia se metido em uma briga. Com certeza isso não é típico da Miranda. Ao perguntar, recebo a resposta:
- Levei uma joelhada durante um "meia-nove".
É... isso sim é mais típico da Miranda.