
A maior apreensão já feita no país!! UHUU!!
Curitiba: a capital do LSD! Não podiamos ficar atrás nessa!
Eu nunca pensei em ser publicitária. E olha que eu já pensei em ser muitas coisas, como astronoma, escritora, madame, professora... Acabei virando designer, o que é uma pena... O fato é que, se eu tivesse assinalado Publicidade e Propaganda em vez de Design na inscrição do vestibular, queria ter criado alguns dos slogans mais sinceros que o mundo das publicações femininas já viu.
Teria perdido o emprego na primeira semana...Nova: a revista da mulher que dá
Nova é o tipo de revista que eu me sinto mal em saber que minha mãe pode ler. Toda, eu disse TODA, capa de Nova tem uma chamada sobre sexo. E em letras garrafais, coloridas e berrantes. Isso sem contar as sensacionais "páginas lacradas". Acho que é para dar ainda mais emoção para as leitoras, que tem que rasgar o selinho (heim, heim? pegou, pegou?) para descobrir as histórias cabeludas do assunto.
Ana Maria: a revista da mulher que... dar? o que é isso mesmo?
Esse é o tipo de publicação que Maria assina! As chamadas de capa tratam os personagens das novelas como se fossem de verdade e estampam frases do tipo "Malu Mader se separa de Marcos Palmeira" ou "Deborah Secco entre a vida e a morte". As páginas que não tratam dos folhetins do momento se dividem entre horóscopo, receitas de comidas ou remédios caseiros - e, pasmem!, algumas ainda trazem simpatias. Sexo? Pelo jeito, disso Maria nem tá mais lembrada... Pena.
http://people.monstersandcritics.com/news/article_1379038.php/Paris_Hiltons_cocaine_parents
“Paris Hilton's parents allegedly once snorted cocaine off a floor with The Village People's cowboy Randy Jones”
Ou 'seje':
“Pais de Paris Hilton supostamente cheiraram cocaína do chão com o cowboy do Village People Randy Jones”
Vamos por partes. Em primeiro lugar, “Pais de Paris Hilton cheiraram cocaína” explica um bocado sobre a filha que eles tiveram.
Mas vá lá, os caras podem ter curtido só uma vez.
E é aí que está o problema. Cara, se você vai cheirar cocaína uma vez só na vida, tinha que ser "do chão"? Custava pegar o tóchico e enfileirar na mesa, no RG, numa superfície qualquer, como qualquer viciado normal?
Parece que custava. Detalhe: o fato teria ocorrido no carpete do Studio 54, clube nova-iorquino dos anos 70 onde valia tudo.
(Até cheirar coca do chão).
O carpete do Studio 54 devia ser uma verdadeira nojeira. Daqueles que, espirrado com aquelas químicas do “CSI”, ia parecer um estampado de oncinha das lojas do Cintia Center na XV. Imagina a quantidade de substâncias não exatamente estimulantes que os magrão aspiraram...
Aí, quando você pensa “tudo bem, os caras estavam na fissura” ou qualquer coisa do tipo, você chega à parte final: “com o cowboy do Village People”.
(Ou seja, no Studio 54 valia até cheirar coca do chão com o cowboy do Village People).
Quem descreveu esta bomba para a imprensa?
O próprio cowboy!
E chegamos à essência da questão aqui: dá para acreditar numa história contada por um cara que ganha a vida cantando hits gays vestido de cowboy?
Dá!!!
Se tem algum medo maior que o meu medo de barata, é meu medo de dona Dora! Garanto que nessa foto ela tá pronta pra dar um tapão na menininha e gritar: "Levanta a cabeça, levanta a cabeça! É bailarina ou lavadeira? Pede pra sair, pede pra sair!" (Com certeza o capitão Nascimento teve aulas de ballet com a ela).