sábado, 2 de outubro de 2010

Vaga preferencial para Sorvetes Napolitano


Tirada no Karina de Curitiba (donde más?), alguns meses atrás...

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Fazia tempo que não voltava aqui. Mas essa história merece!

Victory anda saindo com um amigo meu. Esse meu amigo é do tipo bonitão. Bonitão e um doce de menino! Não só porque é meu amigo, mas ele é um fofo mesmo! Daquele tipo que é tão bonitão que nós, mulheres, acabamos por compensar certos defeitinhos pequenos que acabam surgindo.

Mas nenhum bonitão é bonitão suficiente pra compensar essa:

Victory e o Bonitão estavam no motel. Motel chique de Curitiba!! O que rolou por lá... bom, não tenho esse tipo de informação. Mas o caso é que o Bonitão fez o serviço e quis ir embora logo para... não perder o jogo do Corinthians!!! (Sendo que ele é Paranista)

Que tipo de homem vai embora antes de motel pra não perder o jogo do Corinthians???

Chucro amador.

Foi essa a conclusão que Victory e eu chegamos. Chucro e amador.

P.s. Bonitão, adoro você, querido! Mas depois dessa... ai, ai, ai...

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Apresentando: Samantha

Quanto tempo não vejo essa vaca. Sim, porque a Samantha é a minha amiga vaca. No melhor sentido da palavra vaca.
Simone de Beauvoir se orgulharia dela! A invejaria, na verdade. Será daquelas mulheres poderosas, bem sucedidas e que põe no chinelo qualquer homem que atravesse o caminho dela. E tudo isso sem precisar queimar sutiã.
Se bem que, se precisasse queimar, não seria problemas, já que Samatha compra lingerie no supermercado com o vale alimentação da firma. É... talvez Simone esperasse um pouco mais da Samantha.
E foi por uma dessas que a Samantha passou pela situação que vale a pena ser divulgada.
Todo dia é dia, toda hora é hora. E por isso, Samantha pega o celular e em poucos minutos já tem um encontro.
"Putz! Estou com calcinha bege!!"
Pra Samantha isso não é problema. Vai no banheiro e troca de calcinha com a amiga.
Isso que é glamour!

Por que não? Por que nãããão?

Porque o Caetano Veloso e Alegria, Alegria (aquela do "caminhando contra o vento, sem lenço, sem documento..."), apresentada no terceiro Festival de Música Brasileira da Record foram tão questionados e importantes pra cultura brasileira? Tanto que essa semana estreiou até um documentário no cinema sobre esse assunto. (Que eu ainda quero ver!!)
Fora a letra de Alegria, Alegria, o que mais impactou na apresentação de Caetano foi o uso da guitarra elétrica. Sim... isso! O que para nós parece tão simples, como o uso de uma guitarra para acompanhar qualquer música que seja, no festival foi motivo de grande controvérsia e escandalo.
Explico.
De 1964, com o Golpe de Estado, até 1968, quando o AI-5 obrigou certas mudanças no comportamento dos artistas, a música popular brasileira era um veículo de protesto político (com certeza o que mais abrangia todas as classes, já que a música realmente tem esse poder) contra a situação da ditatura que o Brasil vinha sofrendo.
Era um senso comum, no ramo, valorizar as raízes culturais do país, mantendo-se fiél às tradições da música popular brasileira como forma de articular um projeto de identidade nacional. Assim, a guitarra elétrica (vista como super extrangeira e coisa do rock'n'roll - iê iê iê) trazida por Caetano Veloso num festival de MPB não só gerou escandalo como o artista foi amplamente criticado por ser alienado, já que estava fora dos padrões que os artistas engajados vinham seguindo para fazer a música. O importante não era só a letra, mas a maneira como a música era articulada também passava uma mensagem (como tudo na arte, onde forma e conteúdo são responsáveis pelo conceito).
Não é incrível??? É só uma guitarra!! E, a partir daí, gerou uma total mudança no cenário cultural brasileiro. O que parece ser uma besteira pode ser responsável por coisas muito maiores!
A guitarra elétrica trazida por Caetano Veloso virou um ato simbólico para a desorganização que o artista pretendia. Um verdadeiro símbolo da Tropicália e de tudo o que estava por vir na arte brasileira.
P.s. Eu juro que me emociono com essas coisas!!!
P.p.s. Não, mesmo assim eu me recuso a dizer que o Caetano é melhor que o Chico!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Por que História da Arte?

É comum as pessoas estranharem que alguém estude História da Arte. Ou imaginarem que é um curso para mulheres aposentadas que querem ver imagens bonitas e depois viajar pela Europa.
O ser humano não sobrevive sem alguma forma de expressão. A arte é a mais bem desenvolvida delas. E é por isso que se faz importante na compreensão da sociedade de cada época.
A arte não tem função.
Essa pode ser a desgraça e a virtude da arte. Desgraça porque pode-se confundir essa falta de função com inutilidade, no sentido pejorativo da palavra. E é o que geralmente acontece com quem não faz questão de se informar ou entender.
A virtude da falta de função da arte é que por ser inútil ela é não fica presa a regras e depende simplesmente do talento do artista e da vontade de percepção do público.
Isso também faz com a arte possa ser um meio de passar opiniões e informar o grande público. Sua falta de função percebida é aliada para o bom artista. Um exemplo é a arte engajada dos anos 60 e 70 e a arte política até hoje.
É importante que fique claro que quando digo "não fica presa a regras" não estou falando da parte técnica e formal da obra de arte. Esses cânones e certas regras que fizeram parte da história da arte principalemnte antes da arte moderna são de grande importância para que se compreenda o caminho que a arte percorreu ao longo dos tempos e principalemente, deixa claro que toda obra tem um propósito, um estudo, um motivo e não é apenas um desenho que "até macaco faz".
Do mesmo jeito que, segundo Huxley (e eu concordo plenamente com ele), a sociedade não sobreviveria sem algum tipo de droga, também não sobreviveria sem a arte, como forma de expressão.
A História da Arte é a história das mudanças da sociedade através da visão da nata intelectual, criativa e engajada de suas épocas. E ainda por cima, se considerarmos o eterno retorno de Nietzsche, a História da Arte e da estética plástica pode nos fornecer informações importantes sobre o caminho que a nossa sociedade provavelmente seguirá.
P.s. Estou aqui falando de arte de verdade e não arte decorativa, caixas de sabão em pó ou arte com fórmula de sucesso.
P.p.s. Sem querer retirar a importância da arte decorativa, mas isso fica pra outro texto.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Existem dois tipos de solteiras:
A Victory ficou solteira e agora acorda todos os dias as 6:50h da manhã pra correr no parque.
Já eu, como tudo o que passa pela minha frente e ainda acordo tarde e vejo todos os filmes e seriados de mulherzinha existentes no universo.

Retratando

Só pra dizer que esse post não é sobre nenhum homem em específico e nenhum homem que eu conheça... é só uma brincadeira com sapatos que surgiu em conversa de bar com amigas!!!

Entre homens e sapatos

Homem perfeito não existe. (Na verdade existe. O nome dele é Jhonny Depp mas ele não tá nem aí pra você.)

Enfim... o homem nunca vai se vestir bem como você gostaria, nunca vai ser atencioso como você queria, nunca vai reparar na sua roupa como você esperava, nunca vai ser inteligente como você sonhava ou engraçado o suficiente, ou ter o emprego incrível ou a genética pra ter filhos perfeitos. E, caso você encontre um homem assim, pode ter certeza que ele busca o mesmo instrumento que você. Se é que vocês me entendem.

Podemos fazer uma comparação fácil de se entender.

O homem perfeito é como sapatos Louboutins. Você vê nas revistas, na internet, sonha em ter um, até já escolheu o seu, mas sabe que, na vida real, você nunca terá um.

E aí a gente tem duas opções.
A primeira é escolher um daqueles Bottero de sola vermelha.

Você sabe que ele não é nada do que você queria, mas finge pra todo mundo e pra você mesma que ele é o sapato dos seus sonhos. É claro que daqui uma ou duas estações ele já vai estar todo descosturado, vai ter quebrado o salto naquela festa em que você exagerou no Bacardi Big Apple e ter te deixado na mão na primeira calçada um pouco mais turbulenta. Típico dos homens que parecem, mas não são.

A segunda opção é você desistir do Louboutin!

Seja feliz com aquele seu Arezzo, seu Datelli... Ele não é tão glamouroso e nem tem aquela sola vermelha que mostra de longe como você é sortuda, mas é de couro de qualidade! Pode até dar uma descascada no salto mas você sabe que ele não te deixará passar vergonha quando sair com ele. É típico dos homens que não são, não fingem que são mas se esforçam pra ser.

E na verdade, quer saber? Nem o Louboutin é perfeito. Que logo horrível é aquela???

segunda-feira, 19 de julho de 2010

"It's all over now, baby blue"

Qualquer decisão pra mim é tão difícil!
Qualquer passo que eu dê é tão complicado!
Quando escolho um caminho é tão ruim excluír o outro caminho que me justifico milhões de vezes... até ser tarde demais.
E assim eu perdi o caminho certo. Sempre tentando acertar. Mas o que isso importa? Todos estão sempre tentando acertar. E eu não consegui.
Então desisti. E perdi a minha melhor parte.
Tenho vergonha de ter desistido. E tenho dúvidas se desistir era o caminho certo.
Provavelmente não. Mas demorei tanto pra escolher o caminho certo que, de volta, era tarde demais.
"Então é isso." Infelizmente.

sábado, 17 de julho de 2010

Charlote

Charlote ficou com um cara que usava cinta modeladora.
Primeiro passo pro seu próprio freak show.